Seis frentes de apuração
Serviços
Cada caso é diferente, mas o combinado é sempre o mesmo: discrição do começo ao fim, apuração dentro da legislação vigente e entrega por escrito do que for verificado.
Decisão de empresa pede dado, não boato
Suspeita de desvio de conduta, informação da empresa circulando onde não devia, sócio ou fornecedor que não é bem o que diz ser, atestado que não fecha com a rotina. Antes de uma demissão, de um contrato ou de uma ação, vale apurar.
O trabalho reúne o que está disponível em fontes públicas, confere em campo o que precisa ser confirmado e devolve isso organizado, para a empresa decidir com base em fato — e com o cuidado de não expor ninguém no caminho.
Para quem sumiu do mapa
O devedor que mudou de endereço, a parte que precisa ser citada no processo, a testemunha que ninguém acha, o parente de quem a família perdeu o contato. A busca começa nas fontes públicas e abertas e termina onde ela tem que terminar: na porta, conferida em campo.
A localização é feita quando existe finalidade legítima para ela, e o que se entrega é o endereço confirmado com o registro da diligência — nunca dado protegido por sigilo.
Em todas as frentes
Não importa a frente contratada: o que você recebe no fim é um documento escrito, organizado em ordem de data, com o que foi apurado, o que não foi possível confirmar e o material que dá suporte a cada afirmação. É isso que transforma a apuração em algo que você consegue usar.
O que já é público, reunido num lugar só
Muita informação útil já está disponível — o problema é que está espalhada. Cartórios, diários oficiais, processos públicos, registros públicos e aquilo que a própria pessoa ou empresa torna público: o levantamento reúne essas pontas e mostra o quadro que elas formam juntas.
Serve para conferir uma história antes de fechar negócio, para entender com quem se está lidando ou para preparar o terreno de uma ação. Tudo em fonte aberta, nada protegido por sigilo.
Conferir no local, com os próprios olhos
Tem informação que só se confirma indo até lá. A diligência de campo verifica se a pessoa mora mesmo naquele endereço, se o ponto comercial existe e funciona, qual a rotina de entrada e saída, em que estado está um bem.
O acompanhamento é feito a distância, em via pública, sem abordagem e sem contato com ninguém. O que interessa é o que acontece à vista de todos — e isso é registrado com dia, hora e local.
Ao lado do trabalho do seu advogado
Ação de família, cobrança, revisão de pensão, disputa de guarda, questão entre sócios. Em todas elas o advogado precisa de elemento concreto, e nem sempre esse elemento está no processo: endereço atual da parte, sinal de atividade econômica, quem está morando onde, qual a rotina declarada contra a rotina observada.
O levantamento é feito para instruir — e é entregue já pensando em quem vai ler: por escrito, em ordem, com a origem de cada informação. A avaliação do que serve como prova é do advogado e do juiz; o nosso papel é apurar e registrar direito.
Antes de contratar
É legal contratar um investigador particular?
Sim. O que define a legalidade não é a contratação, é o método: tudo o que fazemos acontece dentro da legislação vigente e respeitando os direitos e as garantias individuais. O que depende de quebra de sigilo bancário, fiscal ou telefônico fica de fora, porque isso só se obtém por decisão judicial dentro de um processo.
O que eu recebo no final?
Um relatório por escrito, em ordem de data, com o que foi apurado, o que não foi possível confirmar e o material que dá suporte a cada ponto — fotografias, vídeos e registros do que foi observado em local público, conforme o que tiver sido combinado no início.
O relatório serve como prova em um processo?
Ele pode ser apresentado como elemento de prova, e quem avalia o valor dele é o juiz, com o seu advogado. Por isso o relatório é feito de um jeito que facilite esse exame: data, hora, local e a origem de cada informação.
Quanto tempo leva uma apuração?
Depende do que precisa ser apurado e de quanto a rotina observada é previsível. Depois de entender o caso, eu digo qual prazo é realista — e esse prazo fica combinado antes de começar, junto com o escopo.
Quanto custa?
O valor varia com o tipo de apuração, o tempo necessário e o deslocamento envolvido. Não existe tabela fixa justamente porque não existem dois casos iguais. Conte o caso e eu passo o orçamento antes de qualquer diligência.
Como funciona o sigilo?
O contato, o conteúdo do caso e o resultado ficam entre você e a investigadora. Nada é compartilhado com terceiros, nem durante nem depois, e o material entregue é seu.
Tudo bem
Conte o que está acontecendo e a frente certa a gente define junto. A primeira conversa é reservada e não compromete você a nada.
Clique para falar no WhatsApp da Bellas Investigações. O contato é reservado.
